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Defesa sanitária impulsiona agronegócio e fortalece economia acreana

A defesa sanitária é fundamental para prevenir doenças e pragas no agronegócio, garantindo a qualidade da produção e a sustentabilidade do setor agropecuário, essencial para a economia brasileira.

Órgãos como a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e o Ministério da Agricultura estabelecem critérios rigorosos para a defesa sanitária, assegurando a proteção da saúde pública e da produção agropecuária.

No Acre, o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) desempenha papel crucial no combate a doenças e pragas, assegurando a segurança alimentar e a competitividade do estado.

Uma das maiores conquistas do Idaf foi manter o Acre como Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, fortalecendo o setor agropecuário local e ampliando mercados.

A Declaração de Rebanho é essencial para o controle sanitário. Em 2024, 5.186.916 bovinos foram declarados, um aumento de 5% em relação ao ano anterior.

A região do Baixo Acre lidera a produção bovina no estado, com 2.664.345 animais declarados, seguida pelo Alto Acre, que registrou 1.012.725 cabeças.

Além dos bovinos, a declaração incluiu bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, aves de produção e equídeos, evidenciando a diversidade do setor agropecuário local.